sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rastamor.

Somos feitos para amar a todos, como a nós mesmos
Respeitar e cultivar irmãos,
Adorar a Mãe Terra acima de tudo, a natureza é nossa vida !
Sempre fazer o bem e nunca desejar o mau a qualquer pessoa
O que vai, volta três vezes pior
Vamos viver o amor !!!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Amor para P.

Há tempos que se vão sem nenhuma razão
Outros, chegam tão fortes e rápidos como tempestades
De qualquer forma, cada tempo que vem, será bem vindo
Mesmo os que não lhe forem bons. Sem perceber o quanto são
Tempos com sentimentos bons,
Tão bons quanto o próprio Amor
E há sentimento mais puro que esse?
Talvez! Mas se não o conhecemos, talvez ainda não sejamos dignos de tal
Nunca seja tolo ao achar que o tempo leva o Amor,
Aquele que tem variadas formas de se acreditar
Amor é Amor, qualquer que seja a face
Aqui, mais tarde, lá fora
Sempre amor

Brumas.

Ninguém me conhece de verdade
Dizem conhecer-me muito e a cada passo
Ilusão!
Conhecem o que eu deixo ou o que lhes interessa
Poucos passam das brumas e os que chegam a caverna
só vêem escuro,
De nada enchergam
De nada sabem

A nostalgia que deve ser esquecida.

Que o tempo passe
Mesmo com lágrimas ou palavras
frias
Mas, que o tempo volte
Com todo amor guardado e saudade
ferida
Então, que o tempo fique!
Desse jeito, alegria, arrepio
e desespero
A falta de ilusão que foi levada pelo tempo
E que ficou noutro corpo
Pra isso passar é necessário uma vida
Mas se perguntarem se quero voltar
Lhes direi a verdade...
Nem por todo o mundo, eu voltaria,

Vento Solidão.

Na solidão dentro do próprio ser
Teria algo que queria dizer
Com mais do que palavras, ou até gestos
Algo que não precisava ser sábio,
para saber
Bastava sentir
O que só na solidão, ali cheia de corpos
era capaz de sentir a falta de interesse
Aos assuntos alheios
E mostrando sua rejeição para com o mundo
Mesmo assim alguem jamais pudesse
Ouvir ou entender
O que se passa ali dentro, de misterioso
Lá fora o vento ensurdece

Interesses futeis.

Sem muito interesse por humanos que se dizem racionais.
Blasfêmia.
Se não entendo, não respondo, se não me interessa..nem pergunto.
Se não não me faz falta, não vou atrás.
O que quero, luto, se não consegui talvez tenha lutado demais.
De qualquer forma, sou razão, mesmo quando sou emoção.
Não chego ao limite, porque não o tenho. Minha alma é demasiadamente livre,
pra ir aonde quiser, quando quiser, estou aqui a seu serviço, meu corpo uma carcaça,
um copo vazio, aonde é preciso preenchimento e ali está minha alma.
Penso com as necessidades da alma, o que ela me pede, o que ela necessita pra prosperar,
meu corpo é matéria e há de ser alimento para a Terra.
Não valorizo oque você veste ou o que você tem, o valorizo pelo que vejo dentro,
pelo sentimento que me é passado.

E tão poucos entendem isso.

Verdades

Amor próprio não é egoísmo.
Compaixão não é pena.
Juras, não são verdadeiras.
Julgamentos, são desnecessários.
Sentidos, não são confiáveis.
Deus, um mistério.
Terra, uma salvação.
O que a sociedade fez com os valores dos nossos antigos?

O Divino.

O Sol não aparece apenas quando lhe convém
Ele está lá,
Enquanto ninguém o repara
Enquanto ninguém o elogia
Lá está ele com seu fervor e seu milagre
Oferecendo a Luz de suas chamas
O dançar com as nuvens
A nudeza de cor
A chama de amor
O mar acima
A Lua que brilha
Devemos agir como o Sol, tanto nos faz,
sem pedir nenhum olhar para si, pois ele sabe
que não precisa do olhar humano para continuar reinando,
o olhar Divino é ele quem dá.
Devemos fazer, e não pedir
Doar, sem saber se vai receber
Sermos auto suficientes
Mostrar amor, há quem mais nos magoou
E só assim, estaremos no andar da alma.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011 - tédio.

Aqui sentada em corpo, com a alma nas árvores, me pego a pensar na razão de fazermos coisas que nos parecem sem sentido algum, ou com tanto sentido que só é compreendido quando as sementes já brotaram e o fruto está lá, pronto para ser colhido.
Futilidades, globalização, consumismo entre outros fatores que vem conquistando o mundo cada vez mais e a cada minuto que passa.. Vejo pessoas perderem sua faculdade da razão pelas coisas que deveriam ser os novos pecados capitais, passam tanto tempo comprando, que acabam sem saber o porque de tantas coisas!
Luxúria, sobe pra cabeça, afetando os olhos e principalmente ouvidos; como se tomasse conta do seus sentidos e não te deixa enchergar o mundo, as pessoas e nem ouvi-lás.
A igualdade ainda é um sonho, um plano, um objetivo pouco batalhado na nossa sociedade, chega a se tornar uma das palavras menos usadas por aí, embora pelos nossos hipócritas governantes.
Não se julga uma pessoa pela marca que se usa, pelo cabelo, cor ou conta bancária, na verdade, não devemos julgar ninguem pois não somos dignos de tal ato, mas é o nosso dever amar a todos como se a nós mesmos, já que somos feitos da mesma matéria.
O tempo de mudar está ai, cresça, pense, evolua, deixe a matéria de lado, viva na simplicidade..
Tudo se encontra na simplicidade !

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O pranto da Terra.

De longe posso ouvir.
Mesmo no silêncio, posso ouvir.
Na verdade o que ouço, ouço vendo.
O pranto da Terra.
Ja hoje cansada de pedir, de mostrar
e tentar clarear a visão Humana.
Já que o céu, está difícil clarear.
Por pedras que viram muitas histórias
e delas, participaram.
Por rios e mares que tanto os alimentou.
Pela Terra que gerou a Vida.
Pelo Céu que ilumina sempre e nada tem a pedir em troca.
Ou talvez, não pedia.
Peço, ouçam, mudem, façam e preservem.
Natureza é criadora de Tudo e de nós,
é Deusa e Deus, é VIDA.