domingo, 11 de dezembro de 2011

De um sábado a noite.

Um cheiro de tédio
De monotomia;
Uma sombra, no escuro
Do entendimento, a paciência.
A força da luz
O vento gelado é a única coisa
a me tocar
A Lua brilhante, a única coisa
pra se olhar.
O alcool no copo ou no cérebro
A invisibilidade
Uma envocação maldosa, aqui e ali
Um olha cego, um pé congelado
E a vontade imutável
De se sentir água

Um comentário:

  1. Bru, não sabia que você tinha um blog também, aquela vez que te passei o meu deveria ter me passado o seu, derrr ! Fico feliz em saber que você escreva tão bem com palavras tão belas. E mais feliz ainda em saber que você não traçou o caminho dessa insuficiência cultural que mulheres de hoje em dia acham estar na moda. Continue escrevendo que eu continuarei lendo. Beijo

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