quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Como numa fábula infantil
A princesa e a bruxa
Numa luta silenciosa por amor ou beleza
Uma vez que seus desejos egoístas
Tomaram conta da razão
E de tão grande, preencheria uma vila
Quem foi que viu?
Ninguém ouviu.
Sabe-se de um amor escondido
De um olhar e um sorriso;
Uma quase morte, uma quase vitória
Uma quase mordida
Quase... quase
Um brilho único nos olhos da princesa
Despertada pelo amor de seu
Amado, ainda não visto
Basta o amor para destruir o espelho de egos
Basta o espelho para destruir a imagem
Pelo menos, no mundo ilustrado
O que mata é o sabor da maçã
O que desperta é a paixão
E o que fica preso no fundo do lago
É a maldade

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