quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Um sabádo, uma viagem e um papel.

Ali sentada, pensando em tudo e o corpo não recebendo nada.
Esticada, a folha e a caneta na mão
Mão que se mechia sem esforço, escrevi essas palavras sem sentido algum,
ou talvez, todos os sentidos do mundo:
'Azul, incomunicável, parado
Diz a palavra lesado
Você já se implanta a calma, cria-se a concordância astral...
Ou derreto ou me entrego
Tudo virando massa, massa
Se movimentam com energia
Vamos investir na vida!
Confiança, força sempre! '
Isso  no papel, sem entender como parou ali, mágica?
Não me lembro; mais abaixo 'Estou além dos Andes,
me misturando numa só força, uma luta !
Quando paz?'

P.S quando escrevi, não sabia oque era Andes e mesmo assim escrevi
vai entender...
já procurei no google.

Nenhum comentário:

Postar um comentário