quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Que vá, amor!

É na noite que tudo aflora
Que tudo que já foi, volta.
Entre olhares curiosos
e a boca tão sem respostas.
Numa silhueta escondida,
A verdade ali exposta

No vaso, a flor
Dentro do peito, ainda escondido,
O amor.
Que exponha, que expande, que fique
Mas que possa ir
Sim, pode ir amor!
Sua essência sempre permanecerá com fervor.

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