segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Havia nuvens no céu
E desconfiança na Terra
Num misto entre tristeza e êxtase
E assim, com o batimento retardado
De quem o coração já cansou-se de bater

Eis que as nuvens cessaram
E o Sol começou a aparecer
Clareando, alegrando
Dando razão ao que já não fazia sentido
Um olhar desconfiado; de quem há muito
Não via o Sol

Olhar incógnito,frio, calculista
De quem já não acreditava em Luz
Entrando na gruta, fechou os olhos contra a claridade
Com medo de saber se aquilo era sonho
Ou realidade

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